O Castelo Mourisco da Fiocruz inaugurou, nesta quinta-feira (27/11), sua nova iluminação monumental, que destacou as singularidades do “Palácio da Ciência”. Mais de 900 luminárias realçaram todas as janelas, varandas e as duas cúpulas, valorizando o volume e dando ainda mais visibilidade ao edifício símbolo da Fundação.

A autoria do projeto é do designer de iluminação Milton Giglio, responsável por projetos como o Carreau du Temple, em Paris, o Palácio Guanabara e o Palácio Laranjeiras, no Rio de Janeiro.

Além do Castelo, o projeto prevê uma segunda etapa, que inclui o complexo histórico e arquitetônico formado pela Casa de Chá, a Cavalariça, o Pavilhão do Relógio e o Pavilhão Figueiredo de Vasconcelos (Quinino).

A nova iluminação monumental é uma realização da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), do Ministério da Cultura e do Governo Federal, com gestão cultural da Sociedade de Promoção Sociocultural da Fiocruz (SOCULTFio). A iniciativa conta com o patrocínio master da Shell, além do patrocínio do Itaú Unibanco, MRS e EDF, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

O evento também celebrou os 125 anos da Fiocruz. A sua história e contribuição para a saúde brasileira foi projetada em um lindo videomapping, com a narração da atriz Dira Paes. A iniciativa combinou animações, grafismos e fotos históricas que dialogaram com os detalhes da arquitetura do Castelo.

“Foi lindo! A gente fica muito emocionado não só por estar celebrando os 125 anos da Fiocruz, mas também por poder entregar esse presente para a cidade do Rio”, disse o Diretor Institucional da Sociedade de Promoção Sociocultural da Fiocruz e Gerente Geral do Escritório de Captação de Recursos, Luis Fernando Donadio. “O evento renovou a esperança por uma cidade e por um território cada vez mais justos e iguais, com muita cultura e saúde para todos”, completa.

No mesmo dia, o cantor e compositor Martinho da Vila recebeu o título de Doutor Honoris Causa, por unanimidade do Conselho da Fiocruz. Mart´nália subiu ao palco para homenagear o pai.